Festival do Perceve de 12 a 14 de setembro em Vila do Bispo!

7

A III edição do Festival do Perceve de Vila do Bispo, decorre de 12 a 14 de setembro no Pavilhão da Escola E.B.2,3 de S. Vicente.

Organizada pela Associação de Marisqueiros de Vila do Bispo e Costa Vicentina, com o apoio da Câmara Municipal, esta iniciativa tem como objetivo promover uma das mais deliciosas iguarias gastronómicas do município, o perceve.

Conhecido por oferecer marisco de qualidade, o Festival do Perceve de Vila do Bispo que já vai na sua 3ª edição, oferecer aos visitantes algumas das melhores iguarias gastronómicas, tendo o perceve como rei da festa, a que se juntam as lapas na chapa, burgaus, mexilhões, moreia frita, navalheiras, papas de xerém, choco frito, entre outros petiscos.

Nestes três dias de festa, além das iguarias da cozinha Vila-bispense, o Festival apresenta na vertente de animação musical, no dia 12, os artistas Xico Barata e João Paulo Cavaco, no dia 13, os grupos Too Hot 2Handle e Al-Buhera e no dia 14 o grupo The Jazztrix 4 Tet e Zé do Pipo.

Ainda no decorrer deste evento, no dia 13, entre as 16h00 e as 1800, realizar-se-á uma aula de Zumba.

Já no dia 14, entre as 18h00 e as 20h00, decorrerá uma ação de promoção da cavala, que incluirá provas de degustação e demonstrações culinárias, um evento do CCMAR da Universidade do Algarve, coordenado pela escola de Hotelaria e Turismo do Algarve.

Sobre o Perceve:

Os perceves são abundantes na Costa Vicentina, mas nem sempre fáceis de apanhar, devido aos locais de acesso muito difícil aos locais onde se encontram. Os marisqueiros descem as falésias para a apanha, numa ação de risco, extremamente perigoso. São inúmeras as ocaiões em quea vida do mariscador, depende do companheiro que fica em cima, junto à corda de segurança, para apanhar perceves nas rochas, expondo assim as suas vidas a perigos constantes. O perceve é considerado como um dos mariscos mais seguros, em termos de qualidade e conservação.

Os perceves (Pollicipes pollicipes) família dos crustáceos é um marisco de grande importância na economia e gastronomia local. Muitos marisqueiros dedicam-se à apanha e comercialização profissional deste marisco. Sendo uma atividade ancestral de enorme relevância é necessário preservar e procurar formas sustentáveis de manter um recurso natural do qual muitas famílias do concelho dependem.




Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.