Festival da Sardinha em Portimão de 2 e 6 de agosto

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A Sardinha é a Rainha da Festa em Portimão, de 2 e 6 de agosto, celebrando o seu principal ícone gastronómico. Por toda a cidade, o aroma da tradicional sardinhada promete abrir o apetite de todos os visitantes, como manda a tradição, na zona ribeirinha.

Com acesso livre e gratuito, a animação será uma constante, com música no coreto, concertos com artistas nacionais, artesanato, doçaria, magia, folclore, e tantas outras propostas.

Um dos mais emblemáticos festivais gastronómicos do país, cuja primeira edição remonta a 1985, e que celebra este ano a sua 23.ª edição, volta a ter lugar na zona ribeirinha da cidade, com cinco noites de festa onde será possível degustar a afamada Sardinha assada como manda a tradição, em pão caseiro ou no prato acompanhada com a batata e a salada à Algarvia.

A animação também será uma constante na zona ribeirinha, entre o museu de Portimão e a zona entre pontes, com artesanato, doçaria, animação de rua e sonoridades várias, que vão do folclore à música tradicional portuguesa, passando ainda pelo teatro.

A partir das 20h30 terá lugar, junto ao Palco principal/Antiga Lota, a recreação histórica do Alar das Redes ao som do “Arribalé”.

Unindo as vozes do grupo Coral Sénior de Portimão aos instrumentos da Orquestra de Acordeões da Academia de Música de Lagos e à encenação, recriar-se-á o momento musical Alar da rede. Vozes compassadas que se revezam, obedecendo a um mandador, entoarão o “Arribalé”, cantilena que antigamente ditava o ritmo de trabalho dos pescadores que manualmente alavam as redes da pesca da sardinha.

A Orquestra de Acordeões dará continuidade a este momento dedicado às músicas de expressão tradicional ligadas ao mar, com uma atuação que incluirá o Corridinho (1950 trad. Algarve; Alma Algarvia trad. Algarve) e a Canção do Mar (de Ferrer Trindade).

O programa do primeiro dia do Festival da Sardinha incluirá também a dinamização do espaço da antiga lota, em colaboração com o Museu de Portimão, onde o visitante poderá assistir a uma demonstração ao vivo de preparação de algumas “artes” piscatórias locais, como o remendar das redes de uma traineira ou o “safar” e “iscar” os aparelhos de pesca artesanal de Alvor.

Para transmitir e demonstrar os saberes relacionados com estas “artes” conta-se com a participação do Centro Comunitário de Alvor, bem como do metre de terra, José Silva Pitau, e o marítimo Joaquim Correia.




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