Estádio do Algarve pode vir a ser concessionado!

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Os presidentes dos municipios de Loulé e Faro admitem que o Estádio do Algarve representa um encargo financeiro muito elevado, sendo urgente encontrar soluções para aquele equipamnto desportivo, mas consideram que o mesmo não representa nenhum elefante branco.

Construído para o Euro 2004, com fundos europeus e o recurso a empréstimos bancários assumidos pelas duas autarquias, os encargos com o serviço da dívida, rondam atualmente, o milhão e meio de euros, a dividir pelos dois municipios, a que se somam mais cerca de 30 mil euros mensais para a manutenção e funcionamento do equipamento, segundo explicou o presidente Rogério Bacalhau em declarações à Agência Lusa.

Apear do volume da dívida e dos encargos, Vitor Aleixo, presidente do município de Loulé que colocou a primeira pedra, num anterior mandato, afirma que o encargo atual para os dois municipios, “não é extraordinário”, o que é reafirmado por Rogério Bacalhau presidente da Câmara de Faro, para quem, “o custos são relativamente reduzidos na medida em que se consegue, com a atividade ali desenvolvida, obter receita”, o que atesta a sustentabilidade do equipamento, que poderá ser perfeitamente rentabilizado passada a crise económica.

Os eventos mais importantes, como o são o Rally de Portugal, ou os jogos da seleção de Gibraltar, tem contribuido para baixar os custos, pelo que, para aqueles dois responsáveis autarquicos, o trabalho desenvolvido para atrair mais e maiores eventos, continua, não descartando a possibilidade do equipamento vir a ser concessionado.

Os dois autarcas mostram-se disponíveis, para concessionarem o equipamento a privados que demonstrem capacidade para rentabilizar o espaço, mas entretanto e até que tal aconteça, garantem que não baixam os braços, continuando a procura de soluções exequiveis, que rentabilizem o Estádio do Algarve.




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