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Centro Hospitalar do Algarve liquida a dívida na totalidade!

O Centro Hospitalar do Algarve beneficia de um aumento de capital no valor 24 milhões e 600 mil euros, por despacho conjunto dos Ministros das Finanças e da Saúde de 19 de dezembro, que se vêm somar aos 69 milhões e 400 mil euros do primeiro aumento de capital empreendido pelo Ministério da Saúde no início deste ano e que, à data, permitiram liquidar a dívida antiga contraída em 2008/2009 ao Fundo de Apoio ao Sistema de Pagamentos do Serviço Nacional de Saúde (FASP).

Aumento de capital por parte do Ministério da Saúde permite ao Centro Hospitalar do Algarve liquidar a dívida na totalidade e afastar o espectro da falência técnica.

Este novo aumento de capital por parte do Ministério da Saúde destina-se agora a pagar dívidas vencidas e contraídas até 30 de setembro de 2014 pelas Entidades Públicas Empresariais do Serviço Nacional de Saúde. No caso do Centro Hospitalar do Algarve, o montante disponibilizado permite liquidar dívida antiga a fornecedores, acumulada até 31 de dezembro de 2011, dado que desde 01 de janeiro de 2012 nem o Hospital de Faro, nem o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, nem o entretanto constituído Centro Hospitalar do Algarve (resultante da fusão dos hospitais algarvios) registam qualquer acumulação de dívidas em atraso.

Aos aumentos de capital do CHAlgarve ocorridos em 2014 acrescem ainda cerca de 5 milhões e 370 mil euros correspondentes a perdão de juros, num reforço que ascende a um valor total na ordem dos 99 milhões e 370 mil euros (conforme tabela anexa), montante que faz com que o Centro Hospitalar saia da falência técnica crónica que tem marcado o desempenho financeiro das entidades hospitalares do Algarve, conseguindo assim iniciar 2015 com capitais próprios nulos ou mesmo positivos – resultado a apurar no fecho do ano, mas seguramente não negativo.

A par dos esforços que têm vindo a ser empreendidos na redução de custos operacionais e no seguimento de uma gestão de recursos responsável e sustentada, estes aumentos de capitais por parte do Ministério da Saúde vêm consolidar o compromisso de reduzir de forma sustentada os prazos de pagamento a fornecedores, impulsionando simultaneamente uma maior capacidade de negociação com os mesmos, numa ótica de racionalização da despesa que permitam alcançar um equilíbrio financeiro estável, única forma de se conseguir assegurar a manutenção e desenvolvimento dos cuidados prestados à população residente e não residente que acorrem às unidades hospitalares algarvias.




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