Presidente do Turismo do Algarve, reuniu com Ministro da Saúde!

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Desidério Silva o Presidente da Região de Turismo do Algarve, esteve ontem reunido com o Ministro da Saúde, a quem apresentou as suas preocupações, relativamente à questão da saúde no Algarve e aos desenvolvimentos mais recentes, que tem sido objeto de divulgação na comunicação social, informa a RTA em comunicado.

(…) Depois das reuniões entre a RTA e o presidente da ARS Algarve, o presidente do Centro Hospitalar do Algarve e o Sindicato dos Enfermeiros e após terem sido constatadas algumas deficiências em alguns serviços de algumas unidades de saúde, nomeadamente nos serviços de urgência na região, foi entendido o quanto era importante dar conta dessas realidades ao ministro da Saúde no sentido de serem encontradas não apenas as soluções imediatas, mas essencialmente, de serem encontradas as soluções estruturais para a região.

Nesse sentido, salienta-se com agrado o reforço de verbas da ARS Algarve para o Centro Hospitalar do Algarve, com o objetivo de melhorar os serviços em causa, essenciais para os residentes e para quem visita o destino turístico.

Falamos de uma região que se evidencia cada vez mais como um local onde o turismo de saúde e bem-estar se tem afirmado como um produto estratégico e muito procurado por todos os mercados emissores de turistas.

Além disso, também nos importa garantir cada vez mais um serviço de saúde não só para quem nos visita, mas também para os residentes, e onde o bem-estar e a saúde são fundamentais para receber milhões de turistas todo o ano.

Assim, e após debatermos estas questões, foi garantido pelo ministro haver um conjunto de mediadas e procedimentos em curso e outros previstos no sentido da contratação imediata de médicos, enfermeiros e assistentes operacionais, além dos serviços básicos como os da limpeza e higiene, de modo a melhorar significativamente as condições de trabalho dos profissionais de saúde em toda a região.

Como principal região turística do país, o Algarve não pode estar sujeito a medidas conjunturais, mas sim estruturais, e foi essa a garantia do ministro da Saúde.(…)




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