Presidente da CCDR Algarve retoma visitas a empresas do mar!

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mexilhão-nave-explor 620David Santos o presidente da CCDR Algarve, visitou na passada quarta feira, as estruturas marítimas da Companhia das Pescarias do Algarve, situadas no mar de Olhão, onde esta empresa está a desenvolver na atualidade, um projeto de produção de mexilhão, destinado quase na totalidade, à exportação.

No local, acompanhado por António Farinha, administrador da Companhia, o Presidente da CCDR informou-se do desenvolvimento do projeto, que visa atingir nos próximos dois anos a liderança Ibérica, na produção de bivalves, perspectivando produzir três a quatro mil toneladas ano.

Na atualidade esta empresa algarvia, que conta com 178 anos de atividade, tem no mercado de exportação o destino principal da sua produção, tendo o administrador presente, confirmando que as encomendas para o Natal por exemplo, já estão encerradas, com toda a produção reservada para destinos como Paris ou Bruxelas, na ordem dos setenta por cento, com a restante produção a ser dirigida para empresas de distribuição nacional e uma quantidade menor para a restauração gourmet.

Exploração mexilhão 620Entretanto desde há três anos que a Companhia das Pescarias do Algarve, iniciou a produção de ostras, mexilhões e vieiras, aproveitando a excelente qualidade das águas da nossa costa, enquanto aguarda pela luz verde das autoridades competentes, para avançar com um novo projeto de investimento na ordem dos 2,5 milhões de euros, na instalação de uma nova fábrica em Olhão, a qual terá uma linha de congelação, onde serão criados quinze novos postos de trabalho,

“O futuro do nosso negócio e o do Algarve depende de projectos construídos com base em parcerias fortes, estamos a avançar com uma campanha para promover o consumo de bivalves e recentemente proporcionámos experiências degustativas no El Corte Ingles e no Festival do Marisco de Olhão”, adiantou António Farinha.

O Presidente da CCDR, já à margem da visita, realçou que: “O futuro passa pelas parcerias, pela internacionalização e por trazermos conhecimento e emprego qualificado para as empresas. Um dos aspetos de maior relevo das parcerias será articulação entre o meio académico e o meio empresarial, através da capacitação e do assimilar de competências efectivas, reconhecidas no mercado de trabalho”.

“No novo ciclo de apoios comunitários CRESC Algarve 2014 – 2020, vamos ter por exemplo, mestrados e doutorados colocados nas empresas através do Eixo da Competitividade que irá absorver 60 por cento dos dinheiros comunitários. A Região mostra que tem condições únicas para fazer diferente. A competitividade do Algarve passa também pela aposta no mar e na aquacultura. Este é um bom exemplo”, explicou David Santos.




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