Portimão assinala o 100º curso Preparação para o nascimento!

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A equipa da Preparação para o nascimento da Unidade Hospitalar de Portimão, completa este mês o seu 100º curso, tendo preparado desde 2003 e nesta centena de cursos, mais de 1200 casais/grávidas.

Esta equipa, composta por duas enfermeiras especialistas em saúde materna e obstétrica, duas fisioterapeutas e por uma psicóloga, está motivada para continuar a proporcionar os conhecimentos essenciais a futuros pais, esperando, desta forma contribuir para que nasçam “bebés mais felizes”.

Este curso surgiu para dar resposta à necessidade das futuras mães saberem mais sobre todo o processo que envolve a gravidez, o parto e o nascimento do bebé.

A chegada de um filho implica uma mudança muito significativa na vida da mulher e do seu companheiro. Por isso é importante preparar-se as famílias para esta mudança, física e psicológica, contribuindo para facilitar o parto e ajudar a viver a gravidez e a maternidade de uma forma plena.

A perspectiva de um parto é normalmente vivida com uma grande ansiedade associada ao desconhecimento dos processos físicos e psicológicos inerentes. O medo perante o desconhecido diminui quando se sabe o que vai acontecer e as suas causas.

Dotar os casais de conhecimentos que lhes permitam encarar o parto e o nascimento com naturalidade, é um dos objectivos primordiais do curso. A promoção da autoconfiança no casal, e da participação activa no parto e pós parto são também metas que se pretendem atingir com esta formação o que tem sempre como finalidade o desenvolvimento harmonioso e saudável da família.

As vantagens para mães, bebés e pais são comprovadas pelos próprios, mas também pelos profissionais de saúde que acompanham os casais no parto e na estadia na maternidade. As diferenças entre os casais que fizeram preparação para o nascimento e os que não fizeram são notórias em todo o processo.

“Conseguimos ter grávidas/puérperas e pais menos ansiosos, mais colaborantes, mais despertos para todos os sinais, o que nos permite comunicar com eficácia, porque nos conseguem explicar o que pretendem e nós conseguimos fazer-nos entender com muito maior facilidade” explica Alda Santos, uma das enfermeiras responsáveis por este projecto.




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