Baixa de Faro regista novos projetos e abertura de negócios

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Apesar da conjuntura continuar a condicionar projetos de investimento que resultem em desenvolvimento mais acelerado, a Autarquia de Faro mostra algum entusiasmo, com a abertura de novos negócios na Baixa de Faro, um sinal de que a revitalização daquela área da cidade, está a acontecer de forma prometedora.

Conforme já foi divulgado, o programa “Ativar a Baixa” já mostra resultados, com as primeiras aberturas que se verificaram recentemente, promovidas pelo projeto que a Ambifaro lançou e que visa revitalizar o pequeno comércio tradicional na zona nobre da cidade, dando vida a imóveis que se encontravam devolutos.

Esta semana acontecerá a abertura de mais dois estabelecimentos na área da restauração, sinais indiciadores de que as apostas em medidas objetivas de reabilitação e revitalização urbana, como a criação das Áreas de Reabilitação Urbana (ARU’s) e do programa “Activar a Baixa!” começam a dar os seus frutos.

Mas para além do programas monitorizados pelo municipio e pela agência municipal, novos negócios estão a surgir por iniciativa privada, um sinal de que a “baixa” já capta investimento e o marasmo que era dominante, começa desanuviar, sugerindo que podemos vir a assistir à alteração do estado de desertificação, que se acentuava naquela área da cidade.

O espírito empreendedor dos empresários que começam a apostar na instalação e abertura de novos estabelecimentos comerciais, é um sinal de esperança que está a ser acarinhado porque apesar da dimensão, geram mais emprego e riqueza para o concelho.

A comprová-lo está a próxima abertura de três unidades de alojamento hoteleiro, que vem reforçar a resposta ao previsivel crescimento do número de turistas que visitarão a cidade, como apontam alguns indicadores analíticos.

No que respeita a apoios e segundo informação da autarquia, está garantido que nas ARU’s, o promotor pode contar com isenções de taxas de licenciamento, de IVA nas obras, de IRS, de taxas urbanísticas e de IMI durante 5 anos, o qual conta ainda com uma dedução de 30% dos custos em sede de IRS e de um abatimento de 50% no que toca ao IMT.

É claro que ao Município cabe continuar a apoiar o empreendedorismo, agilizando e desburocratizando processos administrativos e incentivando fiscalmente a recuperação do edificado, mas sem esquecer, que é igualmente importante, criar as condições estruturais que permitam ao comercio em geral, ter a oportunidade de exibir a qualidade de produtos e serviços, que atraiam muito mais gente à baixa.




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