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A AHETA manifesta-se contra as obras na EN 125

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A AHETA manifesta-se pubicamente contra a continuação das obras de requalificação, na EN 125, durante o verão, argumentando que para além da falta do visto do Tribunal de Contas, é mais do que previsível, a instalação do caos na principal via rodoviária do Algarve, em plena temporada turistica.

Na nota distribuída às redações, a AHETA informa que requereu formalmente ao Governo, a suspensão imediata das obras, apontando o período entre Novembro e Março para a retoma dos trabalhos.

(…) Independentemente das questões de ordem legal, que não podem nem devem ser ignoradas, de que o visto do Tribunal de Contas constitui um bom exemplo, a AHETA fundamenta a sua pretensão num conjunto de erros grosseiros que vêm gerando uma onda crescente de descontentamento, protestos e indignação, quer no seio das populações residentes, quer junto dos turistas nacionais e estrangeiros que procuram a região.

O facto do Algarve receber, anualmente, mais de 5,5 milhões de turistas e visitantes nacionais e estrangeiros, dos quais mais de 4 milhões entre os meses de Maio e Outubro, justificam a pretensão da AHETA.

A AHETA invoca, entre outros aspectos, a necessidade das obras se realizarem nos períodos de menor tráfego, ou seja, entre os meses de Novembro e Março, de forma a minorar os prejuízos resultantes dos inconvenientes causados pela morosidade dos trabalhos.

Por outro lado, as obras não podem continuar a decorrer, simultaneamente, entre as 8 e as 18 horas em vários troços, obrigando o trânsito a circular alternadamente, gerando filas enormes nos dois sentidos, para depois serem interrompidas entre as 19 horas e as 8 horas do dia seguinte, quando o movimento é bastante mais reduzido.

Esta falta de planeamento é ainda visível na redução da via dentro das zonas urbanas, tendo sido criados separadores centrais no atravessamento de localidades, o que impede o acesso de veículos de emergência em caso de acidente, para além de dificultar a circulação, nomeadamente de viaturas de mercadorias e passageiros.

A construção de rotundas em locais onde não existem quaisquer cruzamentos e, por conseguinte, no meio do nada, em oposição a cruzamentos onde as mesmas seriam necessárias, assim como a não existência de baias para transportes públicos, encontram-se entre outras razões apontadas pela AHETA para justificar a sua pretensão junto do Governo (…).




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